A primeira sessão começou logo com um atraso de praí 15 minutos, que é para a malta se começar logo a habituar a não começar as coisas à hora marcada.
Os responsáveis da escola deram uma palestrazinha a dar-nos os parabéns pela nossa coragem em querermos ser árbitros, em boa parte motivados, digo eu, pela forte afluência do sexo feminino - 8 (contei-as eu) num total de praí 60, o que dá mais 10% de senhoras, uma percentagem bem superior à do meu curso (Engenharia de Redes de Comunicações, no IST, para quem não sabe/não se lembra).
Muito giro, muito giro, mas a malta (eu) quer é começar a aprender coisas, já chega de paleio.
E lá vieram o José "Neves" Neves e o Manuel "Manel" António para nos falar da Lei 3 - O Número de Jogadores.
Primeira aula, primeira regra injusta (parece que há muitas...): imagine-se que a bola vai direitinha à baliza, o guarda-redes já ficou para trás, não há possas de água nem está vento e a relva está em perfeitas condições. Não há como a bola não entrar na baliza. Eis que salta um adepto (tipo o outro que apertou o gasganete ao árbitro assistente) e desvia a bola da baliza. Bola ao solo no local em que a bola se encontrava.
Mas há mais. Imagine-se que um avançado troca de camisola com o guarda-redes mas "esquece-se" de avisar o árbitro e a seguir agarra a bola com as mãos. Vermelho? Não porque para todos os efeitos foi o guarda-redes que agarrou a bola. No entanto, levam cartão amarelo tanto o guarda-redes como o avançado por terem trocado de equipamento sem dar conhecimento ao árbitro.
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